A trombada - W. Bariani


 Um policial aposentado vai viajar com a esposa para o Rio de janeiro e quando vai dar um passeio sozinho na rua começa a desconfiar de um rapaz que era batedor de carteira. 

Quando uma trombada entre eles o faz desconfiar que foi vítima do  batedor de carteira. Ele até tenta chamar a polícia, mas não acha. E resolve ele mesmo seguir o batedor de carteira e tomar a carteira de volta. 

Mas quando chega em casa sua carteira estava com a esposa. Quando ele pega a que tomou do homem, era do próprio homem. 

Quem tinha sido o batedor de carteira era ele. 

Por fim, com consciência pesada liga para a sua vítima, pede desculpas e o chama para um jantar. 

A vítima era também um promotor público e avisa o policial aposentado que ainda bem que o policial não conseguiu chamar a polícia que se não quem iria preso era ele, com a carteira do promotor na mão. 

O conto quer passar a mensagem do preconceito mesmo de que o policial aposentado tem pela cidade do Rio de Janeiro Sérgio famosa pelos batedores de carteira. 

Depois vemos a imposição da função de um sobre o outro. E o medo de não poder concertar o mau entendido. 

Diferente dos outros contos do livro, esse não é um crime que dá errado. Mas que podia dar muito errado. O policial teve sorte. 

Nota 3,2⭐

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