Mijão - W. Bariani


 Nesse conto somos apresentados a Adolfo Hertz, que revoltado com a sociedade, consumismo e a superioridade da beleza decide matar homens bonitos dentro de seus carros luxuosos e mijar neles após a morte para humilha-los. 

Como no outro conto, o maníaco entra em contato com Waldir, o investigador, mas agora por meio de carta. 

E após desabafar todas suas frustrações elabora também uma charada em forma de problema matemático muito confuso que Waldir consegue desvendar e achar o culpado. 

Esse conto eu não gostei. Além de ser meio repetitivo com o outro da biblioteca e até o citando, tem a parte de o assassino estar sendo um dos protagonistas da história e ser em incompreendido pelo leitor. Ficando como se seu ato revoltoso ser motivo de piada. 

Tem duas questões preconceituosas do autor que pesquei no meio da leitura. 

E o final não foi dois mais satisfatórios. Terminou de repente. Com uma prisão só relatada e não narrada. 

Fora que a carta dele foi muito cumprida e difícil de ler por quase não ter parágrafo. 

Nota: 1,3⭐

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