Querido leitor,
Estou começando esta nova forma de escrever minhas resenhas em formato de carta, porque gostaria de transformá-las mais em desabafos: tanto sobre meus aprendizados com filmes e séries quanto como uma forma de me expressar psicologicamente sobre tudo o que absorvo dessas obras.
O filme que venho descrever primeiramente neste projeto é um que me surpreendeu, porque, ao final, pude descrevê-lo para minha esposa como um daqueles poucos filmes muito confusos e complexos, mas ainda assim bons.
O filme A Grande Inundação, que eu e minha família escolhemos na Netflix para assistir juntos, nos surpreendeu logo de início por estar em primeiro lugar na plataforma e por ser coreano.
Eu já não tenho preconceito com produções do país, pois gosto de k-dramas, mas sei que muita gente ainda tem.
Lançado em 18 de setembro de 2025, mas disponibilizado na Netflix apenas em 19 de dezembro de 2025, o filme narra a história de An-na, que inicialmente acreditamos ser apenas uma mãe viúva tentando sobreviver a uma grande tempestade ao lado do filho, Ja-in.
Porém, quando Hee-jo é contratado para salvá-la — por ela ser uma pesquisadora capaz de salvar a humanidade ao criar uma nova raça humana por meio de sua tecnologia emocional — percebemos que as coisas seriam bem mais complexas
Acredito que, por conseguir transmitir toda essa carga emocional em paralelo a cenas impressionantes de tempestade, tiros e fuga, o filme vale a pena — apesar de seu final não ser tão bem definido.
As atuações de Kim Da-mi, como a mãe, e de Kwon Eun-seong, como o filho, são excelentes.
Fiquei surpreso com a capacidade do filme de nos manter envolvidos por tanto tempo, mesmo sendo longo, confuso e repleto de reviravoltas.
Querido Leonardo,
ResponderExcluirObrigada por me ajudar a entender esse filme. Assisti e achei tudo muito confuso 😕
Parabéns pelo novo projeto! Já amei!❤️