Querido leitor,
Finalmente, eu e minha esposa conseguimos ver o filme *A Empregada*.
Quando li o livro de Freida McFadden, em fevereiro de 2024, contei cena por cena para minha esposa enquanto caminhávamos para o supermercado — e ela adorou.
Pense: uma “empregadinha” que se dá mal ao se envolver com o marido aparentemente perfeito da patroa, que, na verdade, é completamente desequilibrada — e acaba presa no quartinho da empregada, sendo forçada a fazer coisas bizarras. Mas ainda tem mais.
A verdadeira louca psicopata é justamente a empregada, que, ao dar o troco no patrão bonitão e também psicopata, consegue prendê-lo e se vingar, fazendo com que ele arranque os próprios dentes.
E, no fim das contas, tudo fazia parte de um plano da patroa para se livrar de um casamento tóxico. Foi ela quem contratou a empregada, já sabendo de seu passado, para dar um fim no marido.
No final, as duas se unem para esconder o corpo — embora nem fosse necessário, pois a policial entra na jogada. Descobrimos então que a irmã dela era a primeira esposa do marido e sua primeira vítima.
Assistimos ao filme por partes, um pouco a cada dia, acompanhando cada reviravolta dessa história insana. Essas viradas já funcionavam muito bem no livro, mas, no filme, ficaram sensacionais.
Amanda Seyfried parece ter nascido para ser Nina.
Ver Brandon Sklenar sair do papel de Atlas para viver Andrew fez a gente ficar meio paranoico com qualquer pessoa.
As atuações foram divinas.
Venho, mais uma vez, defender a Freida McFadden: se você tem uma boa receita de bolo, e sabe que as pessoas gostam dela, então entregue o bolo pronto. Para que inventar?
Acho que isso resume bem o trabalho dela. Queremos ver coisa boa. Queremos, sim, o bolo tradicional e gostoso de sempre também.
Nota: 3,5 ⭐



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