Querido leitor,
Depois de 22 temporadas, a série médica novelística que contava as fofocas mais quentes da vida dos médicos do Hospital Grey Sloan virou uma crônica socioeducativa.
Não que eu esteja reclamando. O fato de eu estar vendo a 22ª temporada de um seriado já é prova de que gosto dessa receita.
Nesses primeiros episódios da temporada, temos o nascimento das gêmeas de Jo Wilson e Link. Claro, com muito drama: parto prematuro, mãe ficando entre a vida e a morte.
Sem contar que o hospital tinha explodido, e Link também ficou entre a vida e a morte, tendo direito até a uma ligação de despedida para Jo. Mas ele sobreviveu. Jo e as gêmeas também.
Outra coisa chata que aconteceu foi com a paciente de Miranda Bailey, que estava tratando um câncer e vencendo a doença, mas teve que parar o tratamento porque o governo não iria mais patrocinar. Porém, ela ganhou a amizade de Lucas Adams, que, como sempre, passa dos limites no nível de amizade.
Acho que os casos principais são esses. Como sempre, chorei muito nos episódios.
Quando Link tinha toda a família no hospital e estava finalmente se recuperando, foi emocionante. Porque passei por isso com minha família. No período em que assistia Grey’s Anatomy, passamos por uma gripe muito forte. E chegou um momento em que pensei que toda a família iria embora. Sentir o que o personagem sentia naquela hora foi muito forte.
Ver a paciente com câncer perdendo as esperanças só de olhar para o rosto da Bailey foi muito triste também. Porque também vi várias pessoas passando pelo tratamento de câncer nesses dias.
Então, Grey’s Anatomy não está sendo só um seriado de crônicas. Está sendo um espelho mesmo. E isso está sendo realmente muito forte.
Fiquei decepcionado pelo seriado dar essa pausa para os próximos episódios da temporada. Acho que isso desestabiliza essa conexão que passamos a ter com a série.
Nota: 4,5⭐




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