O que comprar para o Caçador de Sombras que já tem tudo (Mas que você não está namorando oficialmente) - Cassandra Clare e Sarah Rees Brennan





Querido leitor,

Cassandra Clare volta com seu humor irônico, pastelão e muito romântico neste próximo conto e, o melhor, com nosso casal favorito de Os Caçadores das Sombras: Magnus e Alec.

Finalmente chegamos a 2007, aos acontecimentos atuais, ou seja, Os Instrumentos Mortais. E nosso casalzão está mais vivo do que nunca.

E Bane ainda não tem certeza de que eles estão definidos como namorados, mesmo Alec, com seu jeitinho tímido, já estando familiarizado com seu apartamento.

E é aniversário dele. E Magnus fica naquele dilema: “Será que já posso dar presente de aniversário ou não?”



Ele pede ajuda a todos os amigos, mas quem acaba ajudando é a irmã, Isabelle, que aparece em seu apartamento. E ver a preocupação dela com o irmão dá a Magnus a ideia perfeita de como presentear um Caçador de Sombras.

Magnus Bane enfeitiça o chicote dela, arma que ela usa nas batalhas contra os seres das trevas, para que nunca falhe.




Resenha


O conto chama atenção por realmente dar uma pausa em todo o drama e na melancolia que estavam presentes nos outros contos.

O título exageradamente grande já chama atenção e indica que seria algo diferente e cômico.

E já ir para essa fase tão esperada, que era ver mais dessa relação tão carismática entre Alec e Bane, foi um presente.




Vemos cenas tão esperadas e que não tinham acontecido em Os Instrumentos Mortais, como as primeiras saídas deles, o sofrimento causado pelo preconceito e a rotina de casal que ainda não era um casal.

Foi lindo aparecer a Isabelle e mostrar essa preocupação de irmã. E mostrar para Bane que, diferente do título do conto, eles eram algo bem mais profundo do que “não namorados oficialmente”.

Mas isso dá um gostinho para os próximos contos que, espero, mostrem mais deles.

E, particularmente, mesmo não sendo mostrado diretamente em nenhum momento do conto, fica, sim, aquele fantasma. Sentimos um pouquinho do que todo imortal que se envolve com um mortal sente: “E quando acabar? E quando a morte vier?”




Pode parecer que o conto é fraco. Não mostra muito dos Caçadores de Sombras.

Mostra o demônio conselheiro Elyaas, que achei muito fofo.

Mas achei que mostra uma camada importante do psicológico de Bane. Por mais poderosa que uma pessoa seja, ela depende de outro ser humano, de amor.

Nota: ⭐⭐⭐⭐⭐


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