Leonardo Mendes está lendo Diana, sua verdadeira história em suas próprias palavras de Andrew Morton,

 

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Diana está se mostrando um livro que não pode apenas significar só uma biografia. Ele nos faz mergulhar no universo que foi a vida caótica desilusoria de uma mulher frágil e desprotegida que teve se reinventar várias vezes para poder sobreviver em um mundo em que julga-la era subterfúgios de pessoas não enxergarem suas próprias falhas diante ao dever de ser inspiração para uma sociedade que exigia algo além de decoração. Eles queriam uma inspiração de como lidarem com as próprias falhas e erros e Diana foi isso. 


Eu não vivi a fase dela na realidade. Graças a isso meu julgamento até às últimas páginas e claramente sem manipulação pelos fatos reais, por tanto julgo um personagem e não a pessoa real. 

Tentei ao máximo também julgar a parte do personagem da série da Netflix The Crown, que mostra uma ponta de maldade em todas as atitudes aparentemente rompante do momento e sim até certo ponto manipulada para se alto martirizar. 

Na biografia eu vi realmente alguem que agia sem espectativa de prejudicar a família real, mas sim querendo mostrar e se descobrir como ser humano e independente. Que não viu na boca de lobo que estava caindo enquanto se casava e pensava apenas agindo conforme o destino prévia pra ela. Mas quando Diana tomou a consciência que se ela tirasse as redias de sua vida da mão do destino e se colocasse de frente a suas escolhas e suas atitudes a tristeza sempre ia reinar em sua vida. 

Apesar de o costume de se alto lamentar já estar encrustado em seu subconsciente e fazendo isso sem nem perceber, o que é um pouco irritante mas extremamente real.

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